28 de junho de 2009

A Marcha dos Golpes no Produto Interno Bruto

Um novo manifesto surge no nosso panorama musical: “Cruz Vermelha Sobre Fundo Branco”, são os Golpes e o seu rock português.
Pela mão da editora Amor Fúria / Mbari, Os Golpes dão a conhecer o seu primeiro trabalho.
A banda lisboeta é composta por quatro elementos: Manuel Fúria (Voz e guitarra eléctrica), Pedro da Rosa (segundas vozes e guitarra eléctrica), Luís (coros e baixo) e Nuno (coros e bateria).

“Cruz Vermelha Sobre Fundo Branco”, é um álbum produzido por Jorge Cruz e assistido por Nuno Roque.

Assim, Os Golpes iniciam a sua marcha na música e fruto disso podemos encontrar o single de avanço “A Marcha dos Golpes”.


Em plena marcha, os Golpes desferem 11 golpes certeiros para ouvir no PIB, em Cotação em Alta, e entrevista durante toda a semana.

Joana Pimenta, 2009/06/28, 19:15

21 de junho de 2009

João Picoito e a sua música em Cotação em Alta

Deu nas vistas pela primeira vez em 2007, com apenas 17 anos, ao vencer o concurso da Xbox Soundtracks Portugal.

Para este concurso João Picoito tinha de criar uma banda sonora para o jogo Fable 2. No seguimento dessa participação musical encontramos o seu primeiro trabalho “Omission”, um conjunto de 10 temas onde a faixa criada para o concurso aparece como a primeira.


A sonoridade alternativa deste jovem lisboeta transmite a sua vida, como gosta de referir citando Nietzche: “Sem a música a Vida seria em erro”.

Álbum totalmente instrumental e de download gratuito, transmite emoções, texturas, cores, um pedaço do mundo, o seu pedaço.

A vida de João Picoito em Cotação em Alta, no PIB.


Joana Pimenta, 2009/06/21, 23:41

16 de junho de 2009

O Fim

A Merzbau (editora de Walter Benjamin, Tiago Sousa, b Fachada, entre outros) anunciou o fechar de portas. Este é o comunicado que aparece no site da editora:

Olá,

A Merzbau irá fechar portas brevemente. A informação que foi primeiramente dada aos músicos, acabou por resvalar para os meandros da net e por alguns locais já se tem falado deste facto.
Como não queria deixar de dar uma explicação àqueles que juntamente com os seus músicos e colaboradores, são a razão da existência da Merzbau, ou seja os seus seguidores. Muitos deles assinantes desta mailing list.

Durante cerca de 4 anos fomos responsáveis pelo surgimento de muitos nomes já incontornáveis do panorama da música portuguesa. Dos Losbter, a Walter Benjamin, a Noiserv, B Fachada, Jesus, the Misunderstood, para citar alguns dos mais mediáticos, editámos muita música, corremos o risco, apostámos e ocupámos um espaço que, até prova em contrário ficará por ocupar com o nosso fim. Já tive a oportunidade de agradecer aos músicos, aproveito também para aqui agradecer a vocês que seguiram os concertos e ouviram a música que tínhamos para vos dar.

O motivo que me leva a tomar esta decisão prende-se com o facto deste crescimento exponencial, verificado nos últimos tempos, se ter tornado um fardo complicado de gerir. Sendo que só faria sentido continuar este projecto se fosse para assumir novos desafios e colocar novas metas.
O que me levou a criar a Merzbau nunca foi o intento de me tornar parte do corpo responsável pela promoção e produção de música em Portugal, simplesmente seguia uma necessidade que tinha enquanto músico - pela falta e quase inexistência de estruturas que empurrem os artistas nos seus primeiros passos. Veio a comprovar-se que não estava sozinho e havia outros artistas com vontade de criar e de mostrar trabalho.

Mas chegado ao dia de hoje, e tendo sido capaz de até aqui conciliar os dois lados da questão, ao reflectir sobre que novos rumos e desafios se avizinhavam, e sobre o que é de facto importante para a minha vida, achei que era tempo de me dedicar a 100% à minha música e fazer aquilo que sinto ser o que sei fazer melhor.


Mais uma vez obrigado a todos
Até breve
Tiago Sousa


Com grande pena da minha parte. Mas espero que os projectos musicais dos artistas envolvidos não parem por aqui, e que seja sempre a subir. :)

Diana Guerra, 2009/06/16, 13:17

14 de junho de 2009

O sonho americano no PIB

Pela Valentim de Carvalho / Lux Record encontramos o segundo trabalho de Sean Riley & The Slowriders, intitulado “Only Time Wil Tell”.

A banda proveniente de Coimbra é composta por quatro elementos: Sean Riley – voz e guitarra; Bruno Simões – baixo; Filipe Costa – Órgão, Harmónica e Bateria e Filipe Rocha – Bateria e Baixo.

“Only Time Will Tell”, lançado no presente ano, vem no seguimento de “Farewell”, lançado em 2007, e é o arquitecturar de sons que nascem em Portugal mas a pensar no sonho americano. É um álbum que pretende homenagear a América mas na pretensão de quem não quer pisar a Terra Prometida para não se desiludir. São histórias de amor, desejo, pecado...

Como single de avanço encontramos “Houses and Wifes”, num trabalho com mais 11 temas para ouvir.

É o sonho Americano de Sean Riley & The Slowriders, esta semana em Cotação em Alta e com entrevista para ouvir a partir de terça-feira, no PIB.

Joana Pimenta, 2009/06/14, 16:48

8 de junho de 2009

Fado Pop no Produto Interno Bruto

Com a editora La Folie, criada por The Gift e Valentim de Carvalho Multimédia, é nos apresentado o "Projecto Hoje”, com o álbum "Amália Hoje".

Este é um trabalho idealizado e produzido por Nuno Gonçalves dos Gift e que conta com as vozes de Fernando Ribeiro dos Moonspell, Paulo Praça dos Plaza e Sónia Tavares dos Gift.

10 anos após a morte de Amália Rodrigues, a sua música continua activa, sendo relembrada neste fantástico trabalho, atribuindo ainda mais cor ao seu Mundo, nacional e internacional. Com este projecto pretende-se mostrar ao mundo o “passado gigantesco” de uma das maiores artistas da música portuguesa, a transformação de fados em músicas Pop, sem a perda de todo o esplendor já existente.

Com arranjos musicais muito dispares aos da sonoridade de Amália, encontramos uma sonoridade muito semelhante aos The Gift. São anuladas as guitarras portugueses e encontramos mesmo apontamentos electrónicos, com presença de orquestras densas de intensidade crescente, mantendo as letras na integralidade.

Neste álbum podemos encontrar fados transformados em músicas pop tais como: “Foi Deus” – letra de Alberto Janes; “Fado Português” – letra de José Régio; “Nome de rua” – letra de Alain Oulman, entre variadíssimas letras, variadíssimos autores. Como primeiro single de avanço encontramos “Gaivota”, com letra de Alexandre O’Neil.

É o Fado em versão Pop no PIB, esta semana em Cotação em Alta.

Joana Pimenta, 2009/06/08, 12:03