27 de dezembro de 2010

«Equilibrio», o quarto disco de originais de Balla, em altas


«Equilíbrio» é o nome do mais recente disco de Balla, o quarto registo de originais depois de "Balla" (2000), "Le Jeu" (2003) e "A Grande Mentira" (2006).
Neste novo álbum colaboram na música nomes como João Rato (nas guitarras), Nuno Espírito Santo (no baixo e guitarras), Liliana Carvalho (na voz), Vasco Duarte (nas guitarras), Luís Varatojo (na guitarra portuguesa), Samuel Úria (na voz), Paulo Souza (nas guitarras), Ricardo Vasconcelos (nos teclados), Joana Dinis Fonseca (na voz) e João Portelas (nas guitarras).
Armando Teixeira reúne ainda um conjunto muito especial de convidados ilustres na escrita das músicas como é o caso de Pedro Mexia ("Lixo"), José Luís Peixoto ("À noite em Creta" e "Estranhos") e Miguel Esteves Cardoso ("Ao Deus Dará").
Com um registo de pop alternativo, este é um disco que reúne 11 temas onde 'Equilíbrio' é a sua palavra de ordem.
Armando Teixeira será o nosso convidado especial no PIB. Juntem-se a nós, à hora habitual.

Priscila Andrade

20 de dezembro de 2010

The Quest em altas com “Decision & Consequence”

Eis, finalmente, o primeiro álbum da banda: «Decision & Consequence».

Aquilo que começou por ser apenas um encontro entre amigos para troca de ideias de diferentes registos musicais, passou logo para algo mais sério, formando o grupo The Quest. Directamente da cidade de Lagos temos o Zen na voz, Soft na guitarra, Meleiro no baixo, Bruno na guitarra e Nuno na bateria.

Podemos ainda ler no Myspace do grupo: “Depois de um ano em ensaios, concertos e com a entrada de Nuno Reis para substituir o baterista Sílvio, anova década traz o lançamento do 1º álbum da banda! Com sonoridades que passam por diversos géneros tendo o rock como base, o álbum “Decision & Consequence” liberta uma energia positiva pelo som e nas letras mostra um lado mais íntimo dos ideais, experiências de vida e esperanças da banda…”

Ao longo desta semana estaremos à conversa com o vocalista Ricardo Reis, já nas novas instalações da Rádio Zero!




Priscila Andrade

13 de dezembro de 2010

A Nova Rádio Zero - Um Novo PIB

Caros ouvintes do Produto Interno Bruto,

Vimos por este meio informar-vos que esta semana não haverá emissão do PIB.
Acompanhem-nos no dia 17, na inauguração das novas instalações da Rádio, celebrada com uma emissão em directo. 
Retomaremos no dia 20, segunda-feira, onde continuaremos a cumprir com o pacto da música nacional portuguesa.Com certeza que qualidade e profissionalismo serão caracterizadores do nosso programa.
Para um contacto mais directo e de modo a cumprir com os vossos 'desejos musicais', visitem-nos no Facebook (Produto Interno Bruto).

Pelo PIB

Priscila Andrade




10 de dezembro de 2010

A doninha calou-se: Da Weasel chegam ao fim 17 anos depois

Construíram um percurso ímpar que os levou aos poucos ao panteão do hip-hop nacional. Ontem, para surpresa dos fãs, puseram um ponto final na carreira.

Costuma-se dizer que tudo tem um fim e o dos Da Weasel aconteceu ontem. Depois de 17 anos a trabalhar em conjunto, a banda que mais sucesso teve no panorama do hip-hop nacional e a quem muitos atribuem a sua máxima expressão anunciou no seu site oficial o fim do projecto.

"Acho surpreendente", disse ao PÚBLICO o radialista Henrique Amaro, que sempre acompanhou o percurso da banda de Almada desde a formação original até aos dias de hoje. "Eles tiveram muito sucesso, muitos concertos. Cinquenta por cento das vidas deles foram dedicados ao projecto e, por isso, as relações esgotam-se."

Em 2009, os Da Weasel já tinha anunciado que fariam uma pausa, depois de muitos anos de concertos e muitos álbuns editados. Hoje, seis álbuns - Dou-lhe com a Alma (1995), 3.º Capítulo (1997), Iniciação a uma Vida Banal - O Manual (1999), Podes Fugir Mas Não Te Podes Esconder (2001), Re-Definições (2004) e Amor, Escárnio e Maldizer (2007) -, um EP e dois DVD ao vivo depois, Pacman, João Nobre, Virgul, Pedro Quaresma, Guilherme Silva e DJ Glue seguem caminhos diferentes, abandonando o projecto iniciado em 1993.

No comunicado conjunto emitido ontem pela banda e pela EMI - músicos e editora estiveram indisponíveis para prestar declarações - não foram adiantados os pormenores da separação. "É como um divórcio", diz José Mariño, director da Antena 3. "Só que os Da Weasel deixam muitos órfãos."

Para Zé Pedro, dos Xutos & Pontapés, trata-se de "uma perda enorme para a música nacional". "Aquilo que eles fizeram nestes anos não é fácil fazer. Neste momento, não há ninguém no panorama nacional que consiga ocupar o lugar deles."

Os Da Weasel destacaram-se por uma sonoridade própria que aliava o hip-hop ao rock cantado em português e as suas músicas alcançaram várias vezes os tops de vendas nacionais. Desde God Bless Johnny - a música que os lançou -, passando por Dúia, Agora e para sempre (a paixão), Ressaca, Adivinha quem voltou, Dou-lhe com a alma, Todagente, Dialectos de ternura ou Tás na boa, os Da Weasel - "a doninha" - construíram aos poucos um percurso que os levou ao topo, arrastando atrás de si legiões de seguidores que faziam de cada concerto uma festa única e irrepetível.

Mas o fim da banda não significa o fim das carreiras para os seus elementos. Vários prosseguem caminhos em projectos paralelos, como João Nobre e Pedro Quaresma, nos Teratron, Pacman, n"Os Dias da Raiva, e Virgul, nos Nu Soul Family.

"Não me parece que a razão de terem acabado esteja nos novos projectos. Este é um final adequado ao perfil dos Da Weasel", diz Mariño. "É normal estarem entretidos com outras coisas, quererem experimentar aquilo que não podiam fazer nos Da Weasel", acrescenta Henrique Amaro, destacando o facto de a banda nunca ter caído na decadência. "Acabaram de forma digna."


Fonte: Ípsilon - Cláudia Carvalho

Priscila Andrade

6 de dezembro de 2010

O regresso em altas dos Hipnótica com "Twelve-Wired Bird of Paradise"

Eis o regresso dos Hipnótica, com carreira iniciada em 1994!
Depois de 3 anos sem editar, chega o quinto álbum da banda "Twelve-Wired Bird of Paradise", que inclui 10 temas inéditos.
Formados por João Branco Kyron (voz e electrónica), António Watts (bateria), Bernard Sushi (fender rhodes, piano, e melódica), Sergue (contrabaixo e baixo eléctrico), JP Daniel (guitarras e ukelele) e Abdul Moimeme (saxofone, flauta e clarinete).
'Playground', 'High Grass', 'Black Glove', 'It's Ok To Get Lost', 'Glitter', 'Candy Mountain', 'Sun Palace', 'Wild Side', 'Fur' e 'Bang Ban Steeldrums' marcam o novo registo musical da banda, com passagem obrigatória. Poder-se-á dizer que os Hipnótica são uma banda nova com os músicos de sempre.
Estaremos à conversa com eles, esta semana, à hora habitual.


Priscila Andrade