11 de janeiro de 2010

‘Virou!’ o novo disco dos Diabo na Cruz no PIB.



Nesta semana no PIB em Cotação em Alta temos os Diabo na Cruz que surgem com o álbum de estreia intitulado “Virou!”.

Nasceram no seio criativo da editora FlorCaveira unindo Bernardo Barata, Jorge Cruz, João Gil, Bernardo Fachada e João Pinheiro sob o mesmo tecto. Juntos construíram um original projecto de música nacional onde ligam o rock aos ritmos tradicionais portugueses.

Com temas como ‘Bico de um prego’, ‘Dona Ligeirinha’ ou ‘Corridinho do Verão’ assiste-se a um verdadeiro corridinho tocado com guitarras eléctricas, aliado a um autêntico projecto de antologia que o grupo construiu. O resultado é inovador.

Música alegre e mexida, ideal para virar o novo ano em força e boa disposição. Se duvidam, nada melhor do que ouvir para crer.

Priscila Andrade, 2010-11-01, 01:10h

10 de janeiro de 2010

Rádio Zero procura colaboradores

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A Rádio Zero é mais que um espaço físico. É um meio experimental, que
promove a criatividade e o espírito livre nos seus membros e ouvintes.

Sem
fins lucrativos e de duração ilimitada, é também uma rádio composta
unicamente por voluntários que dão parte do seu tempo a este meio,
constribuindo para o seu perfeito funcionamento.



E porque somos também uma grande escola, aqui aprende-se a fazer rádio, e,
também a manter a rádio a funcionar. E queremos que tu experimentes.

Neste
momento procuramos novos colaboradores com espírito de iniciativa e
vontade suficiente para que possamos continuar com o nosso mote "emitimos
24/7 para todo o mundo", mantendo o título de única rádio experimental na
cidade de Lisboa.



Voluntários?



Procuramos:


Gestores de grelha


Admin. informáticos


Técnicos de som


Conheçam o nosso projecto aqui:


http://radiozero.pt

Produto Interno Bruto, 2010-01-10, 14:45h



9 de janeiro de 2010

B Fachada, o disco, no PIB em Cotação em Alta

Finalmente, depois de um “Fim-de-semana no Pónei Dourado”, Bernardo Fachada reservou-nos no fim de 2009 um inédito homónimo com um som límpido e uma instrumentação impecavelmente certeira – ‘B Fachada’, o disco.

Com músicas de dois ou três minutos de uma dinâmica instrumental, Fachada constrói histórias de amor e desamor, através de meia dúzia de versos.

Entretanto, “Fomos à Escócia e voltámos, loucos por ficar a sós, fomos mas nunca chegámos a sair do meio de nós”, com a terceira faixa, “Desamor”, levando-nos a uma permanente falsa esperança.

As restantes músicas são óptimas, num total de onze, sendo o piano o instrumento central do disco, principalmente na balada “Só te falta seres mulher”, retratando muito bem o classicismo destas canções que poderiam, perfeitamente, viver noutra época qualquer.

Para terminar esta sequência, não poderia faltar a formidável faixa “Estar à espera ou procurar”, incrivelmente trabalhada e primorosa em cada detalhe.

Foi desta forma, genuinamente cuidada, que Bernardo Fachada confirmou o magnetismo e a beleza deste disco. Esperemos, expectantes, pelo próximo. Até lá, deliciemo-nos com este ‘vintage’ de grande qualidade.

Priscila Andrade, 2009-01-10, 16:00

3 de janeiro de 2010

Portugal rima com preconceito musical

Vi, na Gala deste Domingo do programa televisivo "Ídolos" (é preciso ver para poder criticar), uma das concorrentes a escolher o tema "Cão muito mau", dos nortenhos Boitezuleika. Vale a pena contextualizar, referindo que a gala foi inteiramente dedicada à música portuguesa.
Essa mesma concorrente foi fortemente criticada por dois dos elementos do júri, não por ter interpretado mal o tema, mas, pasme-se, por ter escolhido uma canção desconhecida por parte do público português. A concorrente contestou - e muito bem - tão desajustado argumento, com o facto de ser uma emissão da música portuguesa e não de alguma música portuguesa.
Gostos musicais à parte, aqui ficou demonstrado, mais uma vez, o fechadíssimo circuito de oportunidades para que, no seu próprio país, bandas e artistas que não Rui Veloso, Xutos e Pontapés, Zeca Afonso e outros nomes de inegável qualidade, se possam revelar às pessoas, pobres seres em estado de ignorância (com honrosas excepções) que não conhecem metade do que de bom e positivo se faz na música nacional. E porquê? Porque há um conjunto (demasiado grande) de pessoas com palas nos olhos e que, por infeliz coincidência, gerem as vias de comunicação e divulgação deste cantinho que, pela sua riqueza, merece mais respeito.
Não obstante, é também necessário que cada um assuma a tarefa de alargar horizontes, a todos os níveis, inclusive ao nível cultural, para que tais argumentos deixem de fazer sentido.
O PIB continua no ar, para trazer aos ouvidos de alguns as novas, as menos novas e as eternas sonoridades da música portuguesa - sem palas nos olhos.

Ruben Portinha, 2010-01-03, 23:04h

21 de dezembro de 2009

Papercutz e o seu trabalho “Lylac" no Produto Interno Bruto

Num conjunto sonoro introspectivo encontramos o novo trabalho dos Papercutz intitulado “Lylac”.

Trata-se de uma mistura das cores do jazz com forma articuladas representando o movimento da cidade onde o homem actual se insere. Uma resposta simples apropriada para locais de caris acústica e espaços fechados usando o som clássico de melodias calmas. Um álbum que busca simples respostas para perguntas simples: Quem sou eu? Onde é que eu pertenço?

“Lylac” descreve o processo de crescimento e maturação de Bruno Miguel (produtor musical e instrumentos, pianos, melódica), que conta com a participação de Marcela Freitas (líder dos vocais e percussão) e Bruno R (guitarra acústica, baixo).

Num conjunto de 13 temas encontramos como single de avanço “Ultravioleta”.

“Lylac” no PIB, em Cotação em Alta e entrevista.

Joana Pimenta, 2009/12/21, 22:40